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Descrição arquivística
Irmandade dos Clérigos do Porto Com objeto digital
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1801 para 1802 e seguintes Apontadoria de Côro

A fl. 1 encontra-se o termo de comissão para que o Reverendo Joaquim das Neves Belomonte Pacheco sirva de Apontador do Coro, por deliberação da Mesa de 7 de Outubro de 1801.
Este livro contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 141v.).

Livro das Sepulturas da Capela de Nossa Senhora da Lapa

A presente unidade de informação resultou da necessidade de controlar os enterramentos de corpos nas sepulturas da Capela de Nossa Senhora da Lapa. Assim, este livro é constituído por um índice (fólios 1 e 1v); por assentos dos corpos sepultados na Capela de Nossa Senhora da Lapa (num total de 12 tumbas); por um registo de enterramento de um Irmão no Carneiro da Irmandade (fólio 64, 1865-07-19, continuação dos assentos do livro «Termos de sepultura») e por um termo relativo a queixas apresentadas, em 1799-11-12, contra o Porteiro da Irmandade, Francisco da Silva, que contém as obrigações deste oficial (fólios 160 a 161v). Os assentos de sepultura na referida capela (1786-09-03 a 1863-03-18) apresentam, entre outras informações, a identificação da sepultura; a data do enterro (dia, mês e ano); o local de falecimento; o género do defunto; a condição de “anjinho”; a condição de “pobre” – cerimónia fúnebre como acto de caridade –; a condição de Irmão ou Irmã; a tipologia do Irmão (secular ou religioso); o nome, a idade, a filiação, o estado civil, a profissão, o cargo, o título e a morada do falecido; o(s) cargo(s) desempenhado(s) na Irmandade; a relação familiar do defunto com Irmãos (mãe ou irmã, por exemplo); os sacramentos recebidos antes do passamento; as exéquias prestadas pela Irmandade; a data do registo (dia, mês e ano) e a assinatura do produtor do termo (nome do Tesoureiro da Igreja ou do Sacristão).
Entre os fólios 16v e 17, surge solto um papelinho, impresso e manuscrito, relativo ao acto de ouvir em confissão os crentes (Quaresma de 1836).
Esta fonte contém termos de abertura (fólio inicial) e encerramento (fólio 196v).

Igreja e Sacristia da Irmandade dos Clérigos do Porto

Mosteiro da Costa de Guimarãies

Livro do rol das missas celebradas no Real Mosteiro de Santa Marinha da Costa de Guimarães, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto.
Esta fonte contém os róis de missas por quatro Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por Manuel Higino Vale e Francisco de Nossa Senhora do Rosário, ambos Sacristãos-Mor do Real Mosteiro de Santa Marinha da Costa, junto à Vila de Guimarães.
A fl. 1v. encontra-se a seguinte indicação: «Estas missas devem sempre ser dittas de tenção e aplicadas conforme o que determina o Capitulo 8 dos nossos Estatutos». No fl. 15, encontra-se o recibo de pagamento da quantia competente pelo Secretário da Irmandade dos Clérigos do Porto, ao Prior do Real Mosteiro da Costa, em 7 de Agosto de 1803.
Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 16v.).

Senhora das Dores. Diário 1881 a 1882

No primeiro fólio é indicado o saldo e a receita do ano económico relativo ao período entre 1 de Julho de 1880 e 30 de Junho de 1881. Após o registo da receita e despesa (que termina em Dezembro de 1921), seguem-se alguns fólios em branco e depois o registo dos pagamentos de mordomias entre o ano de 1893 a 1894 e o ano de 1901 a 1902. No fim do livro existe ainda uma lista de valores relativos às «Propinas das 40 horas», «Propinas dos Fiéis», «Propinas de S. Andre Avelino», «Propinas do Natal».

Livro do Fundo do Nosso Hospital

Neste livro, o registo de entrada de dinheiro encontra-se registado nos fólios 1 a 60 e a administração da caixa do hospital a partir do fólio 60v.
Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 94v.).

Recibos dos Enfermeiros

Livro de registo dos recibos de pagamento aos enfermeiros do Hospital da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os recibos de pagamento contêm a indicação do nome do Enfermeiro-Mor em funções; a quantia que este entregou ao enfermeiro; o tempo de trabalho a que se refere o salário (ex.: «Desde 13 de Fevereiro athe 4 de Março» - fl. 9v.); a data e assinatura do enfermeiro ou a assinatura por cruz. Nalguns casos encontram-se igualmente referências ao nome dos doentes tratados e o valor do salário diário auferido pelos enfermeiros em funções.
Este livro contém dois termos de abertura (fls. 1 e 1v.) e termo de encerramento (fl. 246v.).

Hospital da Irmandade dos Clérigos do Porto

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