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Descrição arquivística
01. Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei
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Documentos da construção da estrutura

Conjunto de documentos simples e compostos relativos às obras de construção que foram divididas em três fases: fundações, plinto e figura, incluindo posteriormente trabalhos complementares e acabamentos. Falta a documentação relativa à primeira fase. A documentação integra: esboços e peças desenhadas com plantas e cortes; a comunicação de adjudicação da segunda fase que serve de contrato ao ser recebida pelo empreiteiro; os cálculos e revisões de cálculos dos materiais e trabalhos; os autos de medição dos trabalhos; a memória descritiva da figura; o orçamento da OPCA para a empreitada da execução da figura; o cálculo da quantidade de ferro necessária; uma nota sobre a composição do betão aplicado na figura; a carta do Eng. Francisco de Mello e Castro comunicando a decisão de adjudicar a terceira fase dos trabalhos à OPCA; a relação de trabalhos complementares; informação sobre as faturas nº 2, 3 e 18 de 1960, tendo anexadas relações de faturas; o orçamento do isolamento térmico de paredes e tetos do último andar; a memória descritiva e justificativa do projeto de construção do posto de transformação subterrâneo; a proposta para a pintura da escada de ferro; uma proposta para a execução de trabalhos de terraplenagem e urbanização e o auto de vistoria geral e receção definitiva, datado de 2 de junho de 1961. A série inclui também correspondência com a Direção Geral dos Serviços de Urbanização, com a OPCA e a SECIL sobre o fornecimento de cimento, com a Câmara Municipal de Almada sobre o arranjo urbanístico dos acessos e com a Comissão de Inscrição e Classificação dos Empreiteiros de Obras Públicas do Conselho Superior de Obras Públicas para prestar informações sobre as empresas que trabalharam nas obras de construção.

Cópias de recibos

Coleção de cópias de recibos de donativos, da subscrição em geral e das Pedras Pequeninas. Inclui relações de subscritores, valores obtidos pela venda das joias oferecidas e a fatura da maqueta do Monumento de 30 de junho de 1956. Pontualmente têm anexado as cartas e cartões das pessoas que entregaram as quantias e que deveriam ter sido arquivados nas séries B/05 e B/10.

Monumento a Cristo Rei. Filme fixo

O filme contextualiza a obra do Monumento a Cristo Rei recorrendo a imagens de vários monumentos religiosos e obras de arte que testemunham a fé e as tradições dos portugueses e termina com uma imagem do Monumento ainda em construção.

Cerimónia da bênção da Primeira Pedra

Reportagem fotográfica da cerimónia de bênção da Primeira Pedra do Monumento a Cristo Rei. As fotografias documentam a procissão solene de entrada, a oração do cardeal-patriarca à chegada ao local, aspetos da assistência, os prelados presentes (D. Manuel Mendes da Conceição Santos, arcebispo de Évora; D. João Evangelista de Lima Vidal, arcebispo-bispo de Aveiro; D. Manuel Trindade Salgueiro, arcebispo de Mitilene; D. José do Patrocínio Dias, bispo de Beja; D. António Ferreira Gomes, bispo de Portalegre, e D. Manuel dos Santos Rocha, bispo de Priene), a oração da bênção, a aspersão da pedra, a picagem da pedra, a assinatura do auto, o pergaminho com o auto e a alocução final do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

Júlio Dinis

Correspondência do P. Sebastião Pinto

Conjunto documental constituído pela correspondência expedida e recebida pelo P. Sebastião Pinto no exercício das funções de diretor do Secretariado. Inclui um vasto leque de casos relativos à propaganda e coordenação da subscrição e à promoção da espiritualidade no Santuário, nomeadamente as cartas tendentes a obter testemunhos e reunir informações científicas sobre os fenómenos solares similares aos de Fátima, ocorridos em 1959 e 1960. A correspondência trata também das negociações goradas com a Editorial Apostolado da Oração para editar a “Memória histórica” incluindo os agradecimentos pelo envio de exemplares da obra. Inclui também referências à canonização do Beato Nuno Álvares e à Cruzada Eucarística das Crianças. A série tem início com a carta que institui o Secretariado enviada em maio de 1937 pelo cardeal-patriarca que também remeteu uma carta ao Secretariado, em maio de 1962, determinando que este continuasse em funções. Ainda não se encontrou o original deste documento que é referido no Nº 32 de O Monumento. Os originais das cartas, ofícios e cartões, tendo junto os respetivos envelopes, são enviados por bispos, pelo primeiro reitor do Santuário, por diversos membros da hierarquia e leigos influentes. As cópias referem-se a circulares e cartas expedidas.

Carta de D. Moisés Alves de Pinho

Agradece a carta do P. Sebastião e informa que já conseguiu reunir cinco contos para o Monumento e declara que mais alguma coisa se conseguirá apesar de ser uma diocese missionária e no meio de uma crise. O envelope é dirigido para a sede do Secretariado na R. dos Douradores nº 57 e tem carimbo dos correios de Lisboa datado de 3 de dezembro de 1937.

Moisés Alves de Pinho

Entrevista ao jornal "A Noite"

O documento é constituído por duas versões do texto de uma entrevista concedida por escrito ao jornal A Noite, destinada a informar e a divulgar as razões da iniciativa de construir um Monumento a Cristo Rei e dos meios que são necessários para realizar a obra.

Sebastião Pinto da Rocha

Circular a pedir donativos

Informa que por iniciativa do cardeal-patriarca de Lisboa vai ser construído um Monumento ao Santíssimo Coração de Jesus e para que esta obra se realize o mais breve possível é necessário que todos concorram e por isso pede o donativo, que agradece. A circular destinava-se a ser deixada em casa das pessoas para depois se voltar a recolher a eventual oferta.

Sebastião Pinto da Rocha

Carta de Manuel de Paiva Bóleo

(Coimbra) O remetente relembra que foi dos que ouviu as palavras cheias de ardor do cardeal-patriarca no Congresso do AO realizado em 1936 e que aplaudiu calorosamente a ideia de erguer um Monumento a Cristo Rei em Lisboa. Promete contribuir com 10 escudos anualmente, desculpa-se por não enviar nenhuma palavra alegando que não teria o necessário brilho literário e faz votos para que o Monumento tenha em poucos anos o ambiente favorável e o dinheiro suficiente para ser erguido. Em P.S. informa que junto remete vale com o donativo.

Manuel de Paiva Bóleo

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