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01. Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei
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Carta do Secretariado Diocesano do Porto do Monumento a Cristo Rei

(Porto) Informa sobre a subscrição na Diocese do Porto. Transcreve parte da Pastoral Coletiva do Episcopado Português de 18 de janeiro de 1946, apresenta uma relação dos montantes das ofertas dos Centros da Delegacia Provincial do Douro Litoral da Mocidade Portuguesa Feminina, das coletas nas igrejas da Trindade, dos Congregados, do Carmo, dos Carmelitas e do peditório nos domicílios da Freguesia de Cedofeita. Termina lembrando que todos devem contribuir na medida dos seus recursos.

Florentino de Andrade e Silva

Carta circular do P. Sebastião Pinto

(Porto, R. de N. Senhora de Fátima, 187) Convocatória de uma reunião da secção dos homens da Comissão Diocesana do Porto do Monumento, segunda feira, 17 de maio, às 18.30, na sede da Ação Católica Portuense, R. Cândido dos Reis, 46, 2º-. O objetivo é ativar a campanha pró-Monumento, conforme vontade expressa do bispo do Porto. Existem dois originais.

Sebastião Pinto da Rocha

Carta circular do P. Sebastião Pinto

(Porto, R. de N. Senhora de Fátima, 186) Anuncia aos reitores dos liceus e aos diretores dos colégios masculinos do Porto, que no seguimento da anterior carta de 24 de março anterior, o bispo do Porto receberá as deputações de académicos representativas dos estabelecimentos de ensino, para a entrega das respetivas oferendas. Existe uma cópia em formato de papel maior e com anotações manuscritas do autor.

Carta dos alunos da Escola Recreatória de S. José

(Lisboa, R. de S. Mamede ao Caldas) Os alunos expressam o contentamento pelas palavras do jornal O Monumento a respeito da respetiva escola e como a visão do monumento em construção, que se avista das janelas da escola, os anima a contribuir com os tostões durante todo o ano, para que em breve a estátua de Nosso Senhor fique a abençoar Portugal e a escola que frequentam. Tem nota manuscrita do P. sebastião: "entregue por eles pessoalmente".

José Manuel Bernardo

Carta circular do cardeal-patriarca aos presbíteros de todo o país

O cardeal-patriarca exorta os presbíteros a anunciar e organizar o peditório do dia 1 de julho em todas as igrejas e capelas do país, que reverterá a favor da construção do Monumento. Informa que o Episcopado Português na sua última reunião plenária resolveu que esta coleta se faça em todas as missas do dia, para que tenha o significado de um plebiscito nacional no qual devem participar todos os fiéis, para que o Monumento seja obra de todo o povo. Lembra novamente o voto de 1940 de todos os bispos reunidos em Fátima, assim como o dever de todos os cristãos de concorrer para a glorificação pública de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Manuel Gonçalves Cerejeira

Carta de (J. B.?)

Remete cópia dactilografada do original do voto dos bispos reunidos em Fátima em 20 de abril de 1940, acompanhada de anotações manuscritas onde se narra a cronologia dos acontecimentos entre 19 e 24 de abril de 1940.

Carta de Emília Tavares

(Porto) Deseja saúde ao P. Sebastião para que consiga “aguentar os exaustivos trabalhos da consagração". Anuncia que chegará a Lisboa no dia 15 à noite, com o P. Jorge, não sabendo ainda se irá também o P. Manuel. Envia as contribuições recolhidas nos centros do AO até dia 7. Refere que depois de receber a resposta do P. Sebastião à sua carta anterior pediu ao P. João Cabral para enviar cartazes que distribuiu pelas paróquias e assinala que uns párocos colaboram e outros não. Como querem assistir à festa das crianças, pede ao P. Sebastião para dizer à Mina que reserve sete bilhetes. Por fim diz que irá ter com o P. Sebastião à residência dos Jesuítas e que levará consigo a Maria Romeira.

Circular aos párocos, pais de família e aos dirigentes dos institutos e obras de educação

O texto da circular está dividido em sete pontos. No primeiro é referida a aceitação crescente da Campanha das Pedras Pequeninas, no segundo é apresentado um quadro comparativo do montante dos donativos recolhidos, no terceiro é explicado que esta campanha funciona como um memorial anual enquanto não for possível fazer mais devido à guerra, no quarto é explicado que se os adultos quiserem oferecer alguma coisa deve ser escriturado à parte, no quinto é referida a estampa, no sexto anuncia-se o envio dum cartaz e apresenta-se o programa e no sétimo contabiliza-se o número de paróquias, colégios e famílias que participaram nos anos anteriores, assim como o montante total obtido.

Sebastião Pinto da Rocha

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