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Descrição arquivística
Irmandade dos Clérigos do Porto Documento composto
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[Documentação relativa à petição de Joana Maria de Jesus ao Juízo da Provedoria para cumprimento da provisão régia de abolição de um encargo de missas]

Documentação relacionada com a petição de Joana Maria de Jesus ao Juízo da Provedoria para cumprimento da provisão régia de abolição do encargo de missas, de 10.000 réis pagos anualmente ao convento de Santo Elói, imposto numa morada de casas da Rua dos Ourives (em 1775 denominada de Reboleira). Inclui Sentença Cível de Agravo Ordinário de José da Costa Souto de 1757 sobre as mesmas casas.

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto

Esmolas da Lapa e tombo do que pertence à mesma Capella

Antes do termo de abertura, no fl. [1], é registada, com data de 25 de Abril de 1754, a nomeação de Joaquim Pereira Marinho para Protector e Administrador da Capelinha de Nossa Senhora da Lapa, o qual fica responsável pela numeração e rubrica deste livro destinado ao Inventário, receita e despesa de tudo o que pertencer à Senhora da Lapa «(...) sita no primeiro pateo das escadas da porta principal da mesma Bazilica» (de acordo com o termo de abertura no fl. 1). Contém um resumo histórico relativo ao culto e capela de Nossa Senhora da Lapa (fls. 2-3). Índice no fólio 3. Registo da receita (ex.: esmolas dos fiéis, vendas de peças de ouro e prata) e da despesa (ex.: impressão de estampas, cera, ramos para festas, panos, obras). Contas apresentadas ao Secretário da Irmandade. Remissão para o Livro das Contas Gerais da Irmandade no qual estariam registados os valores destas contas. No fólio 84 começa um novo registo da despesa. No fólio 154: «Inventário de todos os paramentos e Alfayas pertencentes à Capella de Nossa Senhora da Lapa da Igreja da Assumpção de Nossa Senhora do Socorro dos Clerigos pobres desta cidade do Porto», 1762.
Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 198.

Igreja e Sacristia da Irmandade dos Clérigos do Porto

[Empréstimo concedido a Manuel de Morais Silva e a Maria Vitória Sequeira]

Maço constituído por documentação relativa a um empréstimo concedido a Manuel de Morais Silva e a Maria Vitória Sequeira. Para tal, os suplicantes hipotecaram umas casas sitas na Rua Nova do Sol, Freguesia de Santo Ildefonso.

Alguns elementos identificativos dos suplicantes:
Manuel de Morais Silva – morador na Rua Nova do Sol, Freguesia de Santo Ildefonso;
Maria Vitória Sequeira – casada com Manuel de Morais Silva e moradora na Rua Nova do Sol, Freguesia de Santo Ildefonso.

[Empréstimos concedidos a Justina Luísa Guimarães e a Cacilda de Morais Freitas]

Maço constituído por documentação relativa a empréstimos concedidos a Justina Luísa Guimarães e a Cacilda de Morais Freitas. Para tal, as suplicantes hipotecaram moradas de casas.

Alguns elementos identificativos das suplicantes:
Justina Luísa Guimarães – proprietária, viúva em primeiras núpcias de João Cardoso de Morais e em segundas núpcias de Félix António Lopes Guimarães e moradora na Rua das Taipas, n.º 85;
Cacilda de Morais Freitas – filha de Justina Luísa Guimarães, viúva e moradora na Rua do Correio.

[Empréstimo concedido a José Pinto da Silva/ Diogo Maria de Gouveia Pinto]

Maço constituído por documentação relativa à venda de propriedades penhoradas, no âmbito de um empréstimo, por requerimento da Irmandade dos Clérigos do Porto. Em causa, a venda de duas moradas de casas, sitas na Rua de Cedofeita, por José Pinto da Silva – contraente do empréstimo e devedor da Irmandade – a Diogo Maria de Gouveia Pinto.

Enfermaria Entradas, e Obitos

Livro de registo da entrada de Irmãos doentes na Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto, assim como registo do termo dos seus falecimentos.
Os registos de entrada de enfermos contêm os seguintes dados: nome; morada; data de entrada na Enfermaria; indicação da tipologia de doença (ex.: febre maligna, hidropisia, perna partida, etc.); diversas indicações à margem do registo (ex.: indicação de que saiu curado ou para tratamentos específicos, como «apanhar ares Patrios»; data de falecimento e remissão para o respectivo termo no mesmo livro) e assinatura do termo de entrada pelos Mordomos do Hospital, Enfermeiro-Mor, Tesoureiro da Igreja ou Secretário da Irmandade.
Os registos de falecimento, por sua vez, contêm a indicação do nome; morada; hora e data de falecimento; sacramentos administrados e nome do sacerdote que os celebrou; referência aos ofícios realizados pela alma do defunto; indicação de existência de testamento; número da sepultura, no caso de enterramentos na Igreja dos Clérigos; diversas indicações à margem do registo (ex.: data do falecimento; remissão para o respectivo termo de entrada no mesmo livro) e assinatura do termo de falecimento pelos Mordomos do Hospital, Enfermeiro-Mor, Tesoureiro da Igreja ou Secretário da Irmandade.
Entre os fólios 91 a 96v. encontra-se um inventário da Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto do ano de 1762, com adições de 1764, 1765, 1770 e 1771.
Esta brochura contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 98).

Hospital da Irmandade dos Clérigos do Porto

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