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Descrição arquivística
Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto
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[Comprovativos do cumprimento dos legados de João dos Santos Alves e de Francisco João Martins]

Brochura constituída por comprovativos atestando o cumprimento de encargos deixados por legado, por dois Irmãos, à Irmandade dos Clérigos do Porto. Em causa, a execução das disposições do Reverendo João dos Santos Alves (de 1775 a 1805) e de Francisco João Martins (até 1805).

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Sentença Civel de Remataçam da Rematante Anna de São Jozé viúva de Villa Nova de Gaya

Certidão da sentença cível da arrematação de uma morada de casas na Rua Direita em Vila Nova de Gaia, feita por Ana de São José, nos autos de execução das mesmas casas de sentença movida por Arnaldo e Francisco Vanzeler a João Ribeiro da Fonseca e seus irmãos e cunhados, e ainda, auto de posse das mesmas casas.

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[Autos de acção da Irmandade dos Clérigos Pobres contra Bernardo de Azevedo Soeiro, sua mulher e seu fiador]

Autos de Acção intentada pela Irmandade contra António Bernardo de Azevedo Soeiro, sua mulher e seu fiador, por falta de pagamento do capital e juros de dinheiro emprestado. Inclui a Obrigação do dinheiro a juros feita por Bernardo de Azevedo Soeiro e sua mulher à Irmandade dos Clérigos do Porto e uma Procuração passada pela mesma Irmandade, entre outros documentos relacionados com a mesma Acção.

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[Renovação de prazo de casas na Rua da Revolta]

Renovação de prazo pelo Cabido da Sé do Porto de «huas meyas casas, citas na Rua da Revolta, hindo para a Viella de Calca Frades da Freguezia de São Nicolao desta Cidade, que na fronteira tem os N.os 62 e 63 e para a trazeira o Nº 1 ao Reverendo Manoel Joze da Cruz Azevedo morador na Rua de Cedofeita aos 9 de Junho de 1819» (fl. [1]).

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Contas de gerência aprovadas

Registos anuais (ano económico de julho a junho) de Receita (ex.: juros, entradas de Irmãos, esmolas) e Despesa (ex.: culto divino, ordenados, festividades, cera…) da conta da gerência da Mesa da Irmandade. Tomadas de contas e aprovação das mesmas no final do registo de contas de cada ano económico.

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[Róis de Irmãos (mapas, relações e listas)]

Livro constituído por mapas, relações e listas de irmãos seculares, de ambos os géneros, e religiosos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os mapas (três) elencam as pessoas – sacerdotes e seculares –, residentes dentro e fora da cidade do Porto, contactadas, por carta, pela Mesa, para se “alistarem” como Irmãos na Irmandade dos Clérigos do Porto. Nestes registos, assentaram, entre outros dados, a profissão; o nome; o cargo; o título; a residência; o resultado do convite; os motivos que conduziram à recusa do mesmo e informações de cariz diversificado relacionadas com o pagamento da joia. As relações (três), em formato de tabela, apresentam dados elementares dos Irmãos: profissão; nome; cargo; título; estado civil e nome do marido (nos registos das irmãs); residência e remissão para os fólios do «Livro de Matriculas e Entradas d’ Irmãos». Do arrolamento dos Irmãos vivos em 1928-00-00, fazem parte dados como: a profissão; o cargo; o título; o nome; a residência e a remissão para o «Livro de Matriculas e Entradas d’ Irmãos».
Esta fonte apresenta ainda soltas várias listas antroponímicas.

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Admissão dos irmãos.

Este livro servia para o lançamento das datas de admissão dos Irmãos, de ambos os géneros, na Irmandade dos Clérigos do Porto e respectivas joias. Os registos contêm dados como: a data de admissão; a profissão, o cargo e o título; a categoria de Irmão (por exemplo: secular); o nome e o valor da joia.
Nesta fonte, surgem vários documentos soltos.

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Lavandos

Relação dos indivíduos contemplados no rito religioso de lava- pés, realizado anualmente, na Quinta-Feira Santa. As relações de lavandos - relativas aos anos de 1882 a 1899 - contêm o nome dos mesários da Irmandade dos Clérigos; o nome dos indivíduos contemplados; o nome do alfaiate; assim como diversas observações (ex.: indicação de morada, de idade, de estado civil e de incapacidade, tal como cegueira, surdez, paralisias corporais, etc.).
Este maço contém igualmente as relações de indivíduos pobres contemplados com o legado do Irmão António José da Cruz Magalhães, que instituiu a distribuição de vestuário para 12 homens e 13 mulheres, a 18 de Abril de cada ano. As relações deste legado contêm dados semelhantes às relações da cerimónia dos lava-pés e são relativas aos anos de 1893 a 1899.

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Irmandade dos Clerigos do Porto Livro da Correspondencia Recebida

Livro de registo da correspondência recebida pela Irmandade dos Clérigos do Porto. Este livro é composto por um quadro impresso, com os seguintes campos: número de ordem; número do ofício; data da correspondência (dia, mês, ano); data de entrada (dia, mês, ano); autoridade ou pessoa que assinou; objecto, ou seja, um pequeno resumo do teor da correspondência e expediente. Este último campo apenas foi preenchido no fl. 1, com a informação: «Na colunna «n.º de ordem», inutilizou-se, com um traço vermelho, a primitiva numeração, de 1 a 117, por inadvertidamente se ter saltado de 3 a 5, e de 85 a 87» e no fl. 12, em que foi anotada a data de resposta ao ofício recebido. Os ofícios são enviados por diversas entidades e figuras, tal como autoridades administrativas (ex.: Administrador do Bairro, Câmara Municipal do Porto, Junta Geral do Distrito do Porto, Ministro do Interior, Repartição de Fazenda do 2.º Bairro); companhias e serviços (ex.: Chefe da Inspecção de Telégrafos, Gerente da Companhia de Carris de Ferro do Porto, Inspector Geral dos Incêndios, Sociedade de Energia Eléctrica do Porto); outras Irmandades e confrarias (ex.: Irmandade da Lapa, Ordem do Carmo, Real Confraria do Santíssimo Sacramento da Vitória); assim como Irmãos e privados.
No final do livro encontram-se alguns ofícios soltos, pela seguinte ordem:

  • Circular n.º 199, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-08-30;
  • Circular n.º 207, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Prior da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-09-24;
  • Circular n.º 61, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Confraria da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-04-04;
  • Circular n.º 96, enviada pela Administração do Bairro Ocidental ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres em 1935-07-13;
  • Ofício n.º 121 enviado pela Administração do Bairro Ocidental ao Presidente da Mesa Administrativa da Irmandade dos Clérigos em 1934-09-21;
  • Ofício relativo à instalação de iluminação na parte superior da Torre dos Clérigos. Este ofício não refere o nome, nem cargo de quem enviou a carta e como data apenas contém a informação «14 de Agosto»;
  • Um envelope, com a indicação manuscrita «N.º 345», dos Serviços Municipais de Gás e Electricidade da Câmara Municipal do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos. No interior do envelope encontram-se dois ofícios, datados de 13 e 16 de Agosto de 1934, relativamente à questão de iluminação da parte superior da Torre dos Clérigos, como ponto de atracção da cidade;
  • Um envelope (vazio) da Administração do Bairro Ocidental do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres;
  • Um envelope (vazio) da Administração do Bairro Ocidental do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres;
  • Um envelope (vazio) com a indicação manuscrita «N.º 353», dos Serviços Municipais de Gás e Electricidade da Câmara Municipal do Porto e endereçado ao Juiz da Irmandade dos Clérigos Pobres.

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Livro de memorias

De acordo com o termo de abertura, o livro destinava-se ao registo de correspondência recebida pela Irmandade de Nossa Senhora da Assunção, São Pedro ad Vincula e São Filipe Néri do socorro dos Clérigos Pobres, mas, logo de seguida, é indicado que o livro foi substituído «(…) por outro mais apropriado e por isso fica para copias de escriptos não officiaes e archivo de memorias históricas da Irmandade».
O livro regista: a descrição da colocação do globo de cobre no cimo da Torre dos Clérigos, de acordo com um relato lido num jornal da época; a notícia sobre a erecção da Via Sacra na Igreja dos Clérigos; a notícia sobre a erecção da Agregação do Santíssimo Sacramento na mesma Igreja; o relato histórico de uma «(…) questão que se levantou entre a Mesa da Irmandade e o Director da Agregação do Santíssimo Sacramento por causa da publicação dos novos Estatutos (1940)»; uma cópia dos Estatutos; o «Comentário aos Estatutos ou Os novos Estatutos da Irmandade dos Clérigos, comentados à face do Direito Canónico, do Concílio Plenário e do Regulamento Geral da Associação dos Fieis pelo Padre José Rodrigues da Costa – Capelão da Irmandade e Director da Agregação do Santíssimo Sacramento, canonicamente erecta na mesma igreja» e um esclarecimento, de 1941, relativo a algumas disposições do Regulamento da Irmandade dos Clérigos (registado no livro e numa folha solta junto ao fólio 30).
Com 2 termos de abertura no fólio [1] e termo de encerramento no fólio 146v.

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