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Órgão

Divide-se nos seguintes andamentos: Invitatorio “Maternitatem beata Mariae” (Adagio), “Materinatem Beata Mariae” (Allegreto), Hymno, principia o Coro – 2º “Hoc virgo nobis”, 4º “Voces Parentis”; 1º Nocturno - 1º Responsório “Felix es sacra virgo Maria” (Andante moderato), “Ex qua hortus” (Allegro), 2º Responsório “Sine tactu pudores” (Andante com motto), “Quicae lumteram” (Allegreto), Verso Solo “Benedicta tu” (Adagio non tropo), 3º Responsório “Multae filiae” (Allegreto), “Speciosa facta es” (Allegro), “Senti ant omnes” (Adagio), “Gloria Patri” (Adagio); 2º Nocturno - 4º Responsório “Gloriosae Virginis Maria” (Andante moderato), “Cujus Dominum” (Allegro), 5º Responsório “Benedicta Filia tu” (Andante con motto), “Sola sine ex” (Allegreto), Verso Duo “Nostras deprecati” (Adagio), 6º Responsório “Benedicta in ter mulieres” (Andante moderato), “Um de hoc mihi” (Allegreto), “Respexit humilitatem” (Andante moderato), “et fecit Mihi” (Allegreto) e “Gloria Patri” (Adagio), 3º Nocturno - 7º Responsório “Beata es virgo Maria” (Andante con motto), “Proptere a benedixit te Deus” (Allegro), Verso Solo “Difusa es gratias” (Adagio), “Intercede pro nobis” (Andantino), Gloria do 8º Responsório “Gloria Patri” (Adagio non tanto).

[Mapa dos Irmãos 1835/1836]

Esta unidade de informação, produzida no ano económico de 1835/ 1836, apresenta ainda os resultados das eleições para o desempenho de cargos administrativos na Irmandade, nos anos económicos de 1835/ 1836 e 1836/ 1837.

[Apólices da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro]

Apólices de acções da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro impressas a nível de formulário e com preenchimento manuscrito, com vários carimbos de números (relativos a anos) e de pagamentos de prestações das mesmas. Junto às apólices existem anotações manuscritas, assinadas sobre a transmissão de posse das acções das apólices indicando-se, em determinados anos a pertença à Irmandade dos Clérigos.

Termos dos Definitorios

Livro constituído por um índice (fólios 88 a 90v) e por termos de decisões tomadas nas sessões dos Definitórios da Irmandade dos Clérigos do Porto.
Esta fonte contém termos de abertura (fólio inicial) e encerramento (fólio 92v).

Estatutos da Irmandade

Estatutos manuscritos aprovados em Definitório de 1782-07-19, em Junta Geral de 1782-07-23 e confirmados pelo Bispo do Porto em 1782-08-07.
O presente livro é constituído por uma dedicatória e uma prefação dos Estatutos; por um índice (fólios 4 a 7v); por 39 capítulos e por registos de reformas e deliberações, tomadas em Junta Geral, de 1788, 1802, 1807, 1811 e 1815. Os capítulos regulam os seguintes aspectos do funcionamento da Irmandade: «Das pesoas, que na Irmandade devem ser admitidas, e suas qualidades.» (Capítulo 1); «Das informasoens, admisam, juramento, e termo na entrada dos Irmãos» (Capítulo 2); «Da esmola dos Pertendentes na sua entrada.» (Capítulo 3); «Das obrigasoens de todos os Irmaos» (Capítulo 4); «Da asistencia, e vizita dos Enfermos» (Capítulo 5); «Dos enterros, e sua formalidade» (Capítulo 6); «Dos Oficios, e Aniversario.» (Capítulo 7); «Das Misas, e sua aplicasam» (Capítulo 8); «Do procedimento, e uniam dos Irmãos.» (Capítulo 9); «Dos Irmaos pobres, e dos Clerigos pobres que nam forem Irmãos» (Capítulo 10); «Das Festividades.» (Capítulo 11); «Do despacho geral» (Capítulo 12); «Da eleisam do Reverendo Prezidente, e mais Oficiaes para o bom regimen da Irmandade.» (Capítulo 13); «Da eleisam do Excelentissimo Prelado deste Bispado» (Capítulo 14); «Do Reverendo Prezidente» (Capítulo 15); «Do Secretario» (Capítulo 16); «Do Ex Secretario» (Capítulo 17); «Dos Deputados» (Capítulo 18); «Do Fiscal.» (Capítulo 19); «Do Tezoureiro da Irmandade» (Capítulo 20); «Dos Procuradores» (Capítulo 21); «Do Tezoureiro da Igreija» (Capítulo 22); «Do Mestre das Ceremonias da Irmandade» (Capítulo 23); «Do Zeladores» (Capítulo 24); «Dos Serventes» (Capítulo 25); «Das Mezas, Definitorios, e Juntas geraes» (Capítulo 26); «Das contas com entrega, e juramento dos novos Vogaes da Meza.» (Capítulo 27); «Da Capela de Nosa Senhora da Lapa» (Capítulo 28); «Do Ospital» (Capítulo 29); «Das Sepulturas» (Capítulo 30); «Da Secretaria, e seus livros» (Capítulo 31); «Do cofre» (Capítulo 32); «Das eransas, testamentarias, e legados» (Capítulo 33); «Dos Irmaos compostos» (Capítulo 34); «Dos Abzentes» (Capítulo 35); «Dos que regeitam os encargos da Irmandade» (Capítulo 36); «Dos Multados, e suas escuzas» (Capítulo 37); «Dos expulsos, e riscados da Irmandade» (Capítulo 38) e «Do fundo desta Irmandade» (Capítulo 39).
Esta fonte contém termos de abertura (fólio 94v) e encerramento (fólios 87v, 94v e 127v).

Porta de Sima de Vila

Livro constituído por um assento relativo aos deveres dos Zeladores da Irmandade (fólios iniciais), por listas de Irmãos e por uma lista de «Irmaos Compostos, que não tem recado e os que se achão auzentes».

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