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Descrição arquivística
Irmandade dos Clérigos do Porto Documento composto
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[Receita e despesa, Inventário, Cartório e Obrigações do Porteiro]

Livro de conteúdo misto.
Contas de receita e despesa apresentadas pelo Padre José Fernandes Ferreira, Procurador-Geral e cartorário, ao Doutor António da Cruz Silva, Secretário da Irmandade dos Clérigos (de 28 de Agosto de 1781 a 20 de Março de 1782). Entre as receitas constam, por exemplo: esmolas e juros. Entre as despesas constam, por exemplo: consertos diversos, ordenados, missas de legado. Inventário de peças de prata. Rol dos principais livros do Cartório.
A partir do fólio 15 registam-se os termos da eleição do Porteiro e recibos do seu ordenado, entre 1787 e 1837. No fólio 34v é registada a admissão de um Porteiro para a Irmandade, valor do seu ordenado e suas obrigações a 9 de Janeiro de 1858.
Com termo de abertura no fólio 1 e termo de encerramento no fólio 50v.

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto

[Recibos de casas adjudicadas]

Recibos de casas adjudicadas (contribuição predial, despesas com obras). Inclui róis de despesas com as mesmas casas (na sua generalidade referentes a obras), associados a recibos; documentos de apólices de seguros contra o fogo; pagamento da décima.

[Requerimentos]

Anexado ao requerimento enviado ao Bispo do Porto acerca da necessidade de expulsão do Capelão e Apontador do Coro Manuel Moreira da Cunha, encontram-se cópias do termo de entrada do mesmo para o Coro, assim como da acta do Definitório da Irmandade em que foi deliberada a sua expulsão.

[Responsórios das Matinas da Assunção de Nossa Senhora]

Responsórios das Matinas da Assunção de Nossa Senhora de compositor anónimo. Esta obra, segundo o calendário litúrgico é para ser cantada a 15 de agosto. Existem 6 partes das vozes do baixo, 3 parte do 1º Coro, e 3 partes do 2º Coro e a parte do órgão.
Parte vocal do Baixo (igual para ambos os Coros) dividida nos seguintes andamentos: Responsório 1º "Vidi speciosam" (Magestoso), "Et sicut dies" (Allegro), Verso Solo; Responsório 2º “Sicut cedrus exaltata” (Magestoso), “Dedi sua vitatem” (Allegre), Verso a Duo; Responsório 3º “Que est ista, quae proce” (Moderato), “Viderunt” (Allegre), Verso Solo, Verso Duo “Gloria Patri”; Responsório 4º “Ornatam monilibus Filiam”, “Et videntes” (Allegro), Verso a 3; Responsório 5º Beatam medicent omnes” (Moderato), “Qui a fecit” (Allegro), Verso Solo; Responsório 6º “Beata es virgo Maria” (Moderato), “Genuisti quite fecit” (Allegro), Verso a Duo, Verso a 3 “Gloria Patri”; Responsório 7º “Diffusa est gratia” (Moderato), “Propterea benedixit” (Allegro), Verso a 3; Responsório 8º “Beata es virgo Maria” (Moderato), “Intercede pro nobis” (Allegro), Verso Duo, Verso Duo “Gloria Patri (Largo).

[Respostas à circular sobre uma possível Reforma dos Estatutos 1896]

Nos finais do século XIX, a Irmandade dos Clérigos do Porto identificou nalguns sacerdotes a vontade de criar, nesta cidade, um Monte Pio do Clero. No entanto, a Mesa entendeu que a decisão de avançar com este projecto não poderia ser tomada sem ouvir os restantes Irmãos. Assim, preparou um modelo impresso que apresentava a ideia, colocava questões e esperava respostas. Estas circulares – assinadas pelo Vice-Presidente, pelo Tesoureiro e pelo Secretário – foram enviadas, em 1896-10-22, a todos os membros. Cada um dos Irmãos tinha até ao dia 20 de Novembro para dar o seu parecer dentro de um envelope fechado. Caso não o fizesse, a Mesa assumia que a resposta, às perguntas formuladas, era negativa.
Neste contexto, sumariamente apresentado, produziram a documentação preservada nesta unidade de informação: circulares (1896-10-22) e respectivas respostas (1896-11-09 a 1896-11-29). Alguns Irmãos optaram por responder por carta, não usando o modelo fornecido para o efeito.

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto

[Róis de Irmãos (mapas, relações e listas)]

Livro constituído por mapas, relações e listas de irmãos seculares, de ambos os géneros, e religiosos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Os mapas (três) elencam as pessoas – sacerdotes e seculares –, residentes dentro e fora da cidade do Porto, contactadas, por carta, pela Mesa, para se “alistarem” como Irmãos na Irmandade dos Clérigos do Porto. Nestes registos, assentaram, entre outros dados, a profissão; o nome; o cargo; o título; a residência; o resultado do convite; os motivos que conduziram à recusa do mesmo e informações de cariz diversificado relacionadas com o pagamento da joia. As relações (três), em formato de tabela, apresentam dados elementares dos Irmãos: profissão; nome; cargo; título; estado civil e nome do marido (nos registos das irmãs); residência e remissão para os fólios do «Livro de Matriculas e Entradas d’ Irmãos». Do arrolamento dos Irmãos vivos em 1928-00-00, fazem parte dados como: a profissão; o cargo; o título; o nome; a residência e a remissão para o «Livro de Matriculas e Entradas d’ Irmãos».
Esta fonte apresenta ainda soltas várias listas antroponímicas.

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto

[Simões do Souto 1]

Livro constituído por assentos relativos à administração do legado instituído pelos irmãos António Simões Duarte e Manuel Joaquim Simões, Irmãos da Irmandade. Este fundo foi posteriormente reforçado pelas irmãs Dona Engrácia Roberta Simões, Dona Francisca Rita Simões e Dona Ana Bernardina de Santo Tomás Simões.
Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 195v).

[Simões do Souto 2]

Livro constituído por assentos relativos à administração do legado instituído pelas irmãs Dona Ana Bernardina de Santo Tomás Simões e Dona Engrácia Roberta, Irmãs e Benfeitoras da Irmandade dos Clérigos do Porto. Dos vários registos, destacamos as certidões de missas rezadas no âmbito do cumprimento do referido legado (1837-03-01 a 1870-06-30).
Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 145v).

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