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Descrição arquivística
Irmandade dos Clérigos do Porto Com objeto digital
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Circulos, Esquadras, Officios e mais despezas da Sacristia no anno de 1824 para 1825

Neste maço encontram-se róis de receita e despesa da Sacristia, com referência aos rendimentos (ex.: sinais e honras; passagem de anjinhos; etc.) e diversos gastos (ex.: almudes de vinho e azeite; carretos de jarras e flores; carvão; carqueja; incenso; tinta; entre outros). Existem róis para os meses de Janeiro a Dezembro, sem referência ao ano. No entanto, considerámos que estes devem seguir a mesma ordenação dos mapas das diferentes tipologias de ofícios, ou seja, correspondem ao ano económico da Irmandade dos Clérigos. Encontra-se igualmente neste maço um recibo de compra de velas pelo Tesoureiro da Igreja, datado de 1824-08-16.

Circulos, Esquadras, Officios e roes da despeza da Sacristia do Anno de 1823 para 1824

Neste maço encontram-se róis de receita e despesa da Sacristia, relativos a Setembro de 1823 a Junho de 1824, com referência aos rendimentos (ex.: sinais e honras; passagem de anjinhos; etc.) e diversos gastos (ex.: almudes de vinho e azeite; carretos de jarras e flores; carvão; carqueja; incenso; tinta; entre outros).
A fl. [3] encontra-se um requerimento mas trata-se, provavelmente, de um documento descartado, pois o verso da folha foi utilizado para escrever o título do maço.

Circulos, Esquadras, e Officios do Anno de 1822 para 1823

Neste maço encontram-se róis de receita e despesa da Sacristia relativos a Setembro de 1822 a Julho de 1823, com referência aos rendimentos (ex.: sinais e honras; passagem de anjinhos; etc.) e diversos gastos (ex.: almudes de vinho e azeite; carretos de jarras e flores; carvão; carqueja; incenso; tinta; entre outros). No verso dos róis de despesa da Sacristia relativos aos meses de Abril e Junho de 1823, encontram-se contas da quantia gasta com incenso.

Conta Geral

A partir do ano de 1783 para 1784 o registo de contas passa a ser apresentado lado a lado, dividindo-se entre"Deve" e "Haver".
Desde o ano de 1835 para 1836 o registo da conta geral de receita e despesa passa a ser apresentado em "Mapas”, divididos em colunas, por exemplo, nesse ano, de um primeiro Mapa consta: «Nomes das Caixas» (remissão para fólios de outros livros de contas, por exemplo: «Despeza Geral», «Souto», «Hospital»); Receita (registo de valores); Despesa (registo de valores); Excesso na Receita; Excesso na Despesa. Num segundo Mapa do mesmo ano registam-se: Receita (com remissão para os fólios da Conta do Diário); Despesa (registo de itens de despesa diversos). No fim das contas é registada a sua aprovação pela Mesa, tal como em anos anteriores.
Com termo de abertura no fólio [1].

Conta que se deu a Sua Majestade neste anno de 1793

Livro da conta prestada a Sua Majestade, por Ordens Régias, expedidas pelo Mordomo-Mor Presidente do Real Erário, intimadas pelo Corregedor da Comarca do Porto, pelo Presidente e Deputados da Irmandade.
Apresenta inicialmente um historial da Irmandade, começando pela instituição e seu principal objecto indicando-se as três Irmandades dos Clérigos Seculares existentes no Porto de cuja união, em 1707, na Igreja da Santa Casa da Misericórdia, resultou a Irmandade dos Clérigos Pobres, por Breve Apostólica do Padre Clemente XI: a primeira com Invocação de Nossa Senhora da Misericórdia, ereta na sua Igreja em 1612; a segunda ereta no Colégio dos Meninos Órfãos, com o título de S. Pedro ad Vincula em 1655; a terceira na Igreja de Santo António da Porta de Carros com o título de S. Filipe de Néri, em 1666.
Registam-se nos fólios seguintes: «Obrigaçoens dos Irmaons: Seu numaro actual: esmola que pagão anualmente e sua aplicação»; «Esmollas das entradas: Fundo da Irmandade»; «Administraçoens da Irmandade e seus fundos».
É ainda apresentado o «Mapa em que se mostrão os Legados a que a Irmandade he obrigada, as entradas para os seus fundos; e o que deles existe».
Em seguida regista-se: «Despeza e Receita total da Irmandade», numa divisão entre «Deve» e «Haver».
No fim dos registos é declarado: «Este he o estado verdadeiro dos fundos dos legados desta Irmandade; seu rendimento e despezas, que aprezentamos a Vossa majestade, para determinar o que for do seu Real Agrado».
Com termo de abertura no fl. 1 e termo de encerramento no fl. 46v.

Mesa da Irmandade dos Clérigos do Porto

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