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Descrição arquivística
Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação Documento composto
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Demonstração das despesas anuais, que deve fazer a Irmandade do Santíssimo da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação

Cada registo diz respeito a um dos encargos: do lado esquerdo, indica-se qual o encargo, a sua proveniência, estimativa do custo para a Irmandade e dos rendimentos que a Irmandade possui para a sua satisfação. Por vezes existe uma anotação a informar que já não existem rendimentos suficientes para a satisfação do respectivo encargo. Possui um índice (fl. 93) com indicação da folha em que se encontra a descrição de cada encargo. O índice é sequencial, com a mesma ordem dos próprios registos no livro. Não apresenta termos de abertura e encerramento.

Diário da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação, para ser escriturado mensalmente

Inclui: 1- um inventário geral das acções activas e passivas da Irmandade do Santíssimo Sacramento: apólices do empréstimo para as obras da Igreja, padrões de juro próprios da Irmandade, propriedades de casas, foros, dívidas à Irmandade por empréstimo de dinheiro a juros com padrões ou casas hipotecadas, entre outros (f. 2-7, com acrescentos noutros fólios); 2- um inventário dos bens móveis: prata, ornamentos, paramentos, capas, roupa branca, tocheiros, castiçais e outros; 3 - um registo em formato comum nos livros Diários, ou seja, o local e data (dia, mês e ano) ao centro da página, o descritivo da receita ou despesa, período a que diz respeito, referência ao livro de receita ou despesa e fólio respectivo e as quantias recebidas ou entregues, com os valores em numeral divididos em metal e em papel (folhas 7 e 8 e 12 a 20). No ano de 1806 todos os registos possuem, na margem esquerda, a referência ao Livro de Tombo (ver série ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/10) ou ao Livro de Contas Correntes (ver série PT-INSE-ISSIE/GP/01-02). No ano de 1807 não existem estas anotações marginais. Tesoureiro: Marcos Aurélio Rodrigues; Miguel José Rodrigues. Escrivão: José de Carvalho e Araújo.

Receita e despesa do tesoureiro

Registos da receita e despesa dos tesoureiros entre 1806-01-04 e 1811-12-31: conta da receita e despesa do tesoureiro Aurélio Rodrigues f. 1-5 e encerramento da conta, f. 5 v.º-6; conta da receita e despesa do tesoureiro Miguel José Rodrigues f. 7-23 e encerramento da conta f. 24 (1811-12-31). Nesta parte, o livro apresenta-se com uma tipologia semelhante a um livro Caixa, com os registos da receita na página da esquerda e os da despesa na página da direita, com a informação disposta em colunas, indicando: ano, mês e dia, descrição da receita/despesa e valores divididos em colunas com as quantias em papel e em metal. No final de cada folha estão as rubricas do tesoureiro (à esquerda) e do escrivão (à direita). Os averbamentos da despesa possuem uma numeração sequencial, correspondendo à mesma numeração dos documentos comprovativos (ver série com ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/05). Contém ainda as contas correntes entre 1812-01-01 a 1817-11-30, incluindo a demonstração da conta do tesoureiro Miguel José Rodrigues com o procurador da Mesa, Manuel Francisco da Cruz, f. 26 v.º-27(1809-03-10 a 1811-12-31); o irmão tesoureiro Miguel José Rodrigues em conta corrente com a Irmandade f. 27 v.º-28 (1812-03-06 a 1812-05-30); o balanço em 1813-05-30; o irmão procurador da Mesa, Manuel Francisco da Cruz, em conta corrente com a Irmandade, por morte do tesoureiro Miguel Rodrigues, f. 28 v.º-29 (1812-01-01 a 1817-11-30). Surgem referências ao livro de rendimentos da fábrica da Igreja e livro de contas correntes com o Procurador. No final de cada ano económico, existe um termo de conferência e exame da conta, assinado por todos os membros da Mesa da Irmandade. Tesoureiro: Marcos Aurélio Rodrigues; Miguel José Rodrigues. Escrivão: José de Carvalho Araújo. Procurador da Mesa: Manuel Francisco da Cruz.

Diário da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação

Os registos da despesa e receita estão organizados cronologicamente, lançados com data do pagamento ou recebimento, indicando a data (mês, dia e ano), entidade devedora ou credora, descritivo da receita ou despesa e valor da mesma. A numeração à margem remete para os respectivos documentos comprovativos de receita ou despesa (ver série ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/05). Não possui termos de abertura e de encerramento.

Diário da Irmandade do Santíssimo da Freguesia da Encarnação

A escrituração do livro Diário passa a fazer-se separando os débitos dos créditos, organizados depois cronologicamente. Na página da esquerda lançam-se os registos da receita: data (ano, mês e dia), descrição da receita e valor respectivo e na página da direita os registos da despesa, indicando a data (ano, mês e dia), a descrição da despesa, número do documento comprovativo e valor. Os registos da receita estão rubricados pelo tesoureiro e pelo escrivão e os da despesa apenas pelo escrivão. No final do ano de 1844, e depois só a partir de 1859, faz-se termo de encerramento da conta e verificação da receita, assinado pelos membros da Mesa, conforme as Instruções do Governo Civil de 12 de Dezembro de 1843 e de 15 de Novembro de 1859. Em 1859 faz-se termo de encerramento da conta em Dezembro, mas, a partir de 1860 começa a fazer-se no final do ano económico, em 30 de Junho de cada ano, conforme estipulavam as Instruções de 1859. Possui termo de abertura e de encerramento. Escrivão: Manuel F. dos Santos.

Receita e despesa diária da Irmandade do Santíssimo da Freguesia da Encarnação

Apresenta os débitos e créditos separados e organizados cronologicamente. Na página da esquerda lançam-se os registos da receita: data (ano, mês e dia), descrição da receita e valor respectivo e na página da direita os registos da despesa, indicando a data (ano, mês e dia), a descrição da despesa, número do documento comprovativo e valor. Os registos da receita estão rubricados pelo tesoureiro e pelo escrivão e os da despesa apenas pelo escrivão. No final de cada ano económico faz-se o termo de encerramento da conta e verificação da receita, assinado pelos membros da Mesa, conforme as Instruções do Governo Civil de 15 de Novembro de 1859. Possui termo de abertura e de encerramento. Tesoureiro: A.S. Pereira da Costa. Escrivão: Vicente Mazziotti; M. Fernandes Cruz.

Receita e despesa da Irmandade do Santíssimo da Freguesia da Encarnação

Até 1844 a informação apresenta-se disposta em colunas: ano e mês, dia, descrição da despesa ou receita, papel (quantia), metal (quantia), total (quantia). Possui, no f. 63, uma anotação da Administração do Bairro Alto para que se sigam rigorosamente as Instruções de 12 de Dezembro de 1843, sob pena de não serem aprovadas as contas da Irmandade. Daqui para a frente, os registos apresentam apenas a conta de toda a receita e despesa, classificada pelas suas diferentes espécies e por anos económicos, com os respectivos encerramentos. Possui termos de abertura e encerramento. Tesoureiro: Manuel Ribeiro Guimarães. Escrivão: Vicente Mazziotti; M. Fernandes Cruz; António Mazziotti.

Contas da Real Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paroquial Igreja de Nossa Senhora da Encarnação

Conta de toda a receita e despesa da Irmandade, organizada por verbas orçamentais e apresentando termos de encerramento no final de cada ano económico, de acordo com as verificações no Livro Diário e nos documentos respectivos. A aprovação das contas é feita pelo Conselho Distrital de Lisboa ou pelo Tribunal Administrativo. Possui termos de abertura e encerramento. Tesoureiro: Joaquim José Teixeira. Escrivão: Joaquim G. da Silva Rodrigues Trigueiro; Joaquim Pedro Rodrigues.

Conta geral da receita e despesa do cofre da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação

Conta de toda a receita e despesa da Irmandade, organizada por capítulos orçamentais e apresentando termos de encerramento no final de cada ano económico. A despesa apresenta-se dividida por capítulos desde 1911: obrigatórias, de culto, beneficência, etc. A partir de 1918 surgem mais capítulos de despesa: encargos impostos em legados e doações, conservação e reparação do templo e objectos nele contidos, ordenados aos empregados, despesas do culto e assistência. A receita começa a aparecer subdividida em ordinária e extraordinária, a partir de 1923. Possui termos de abertura e encerramento. Tesoureiro: Joaquim José Serra; Manuel José Júlio Guerra. Escrivão: Domingos António; José Ferreira Silva.

Extracto de contas por verbas das ordens de pagamento e recibos anexos

Registo de ordens de pagamento (documentos de despesa) organizado por verbas orçamentais. Registo: número de verba e designação da verba de despesa e a indicação do nome a quem foi pago e por quem. Na margem esquerda indica-se o ano económico e o mês e dia de pagamento. Na margem direita indica-se o valor da ordem de pagamento, o valor total de cada verba orçamental e a quantia total paga. No final de cada página indica-se o total das quantias indicadas acima. As verbas estão organizadas por ano económico e por número de verba orçamental. No final de cada ano económico apresenta o resumo das contas com a quantia total da receita e da despesa e o valor total, primeiro com a descriminação das verbas e depois só o total anual da despesa, da receita, o saldo em poder do tesoureiro, a dívida do tesoureiro e o saldo final. No final deste resumo anual tem uma anotação a indicar ser esta uma cópia das contas enviadas ao Governo, assinada pelo 2.º escrivão da Mesa da Irmandade.

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